Arquivo de Agosto de 2008
Ambiente eletrônico de ensino está disponível gratuitamente

[Imagem: Tidia]
O Programa Tecnologia da Informação no Desenvolvimento da Internet Avançada (Tidia) da FAPESP acaba de lançar uma plataforma inovadora para aprendizado e colaboração científica destinada às instituições de ensino e pesquisa de todo o país, do ensino básico ao superior.
Cursos online
Batizada como Ae, a plataforma eletrônica pode ser utilizada gratuitamente por professores, pesquisadores, estudantes e demais interessados no auxílio ao gerenciamento de cursos online, no suporte ao ensino presencial e à pesquisa colaborativa.
A versão inicial do sistema, criada no âmbito do projeto Tidia Aprendizado Eletrônico (Ae), disponibiliza ferramentas de gerenciamento de cursos e projetos colaborativos, de repositório de informações e de interatividade entre os usuários.
“O objetivo de ensino e pesquisa da plataforma está na exploração, em um ambiente de aprendizagem eletrônica com fartura de banda, das características da internet avançada que facilitam grandemente a interação e a colaboração entre pesquisadores, docentes e estudantes”, disse Wilson Vicente Ruggiero, coordenador geral do Tidia Ae, à Agência FAPESP.
Ferramentas de aprendizado eletrônico
No âmbito das atividades de pesquisa colaborativa, Ruggiero exemplifica uma aplicação da plataforma Ae:
“As ferramentas de aprendizado eletrônico da plataforma podem ser adaptadas para interações mais genéricas entre os usuários. Imaginemos cientistas de localidades distintas trabalhando à distância em qualquer área do conhecimento. Pelo Ae pode-se definir uma sessão de trabalho para o início de uma reunião, por exemplo, em que é possível entrar em uma sala virtual e escolher uma das cadeiras disponíveis na mesa do ambiente virtual”, explicou.
Teleconferência multimídia
Segundo ele, outro pesquisador, em outra parte do mundo, pode entrar na mesma sala de reunião e também se posicionar em um dos lugares da mesa para começar a dialogar com os companheiros, com o auxílio de recursos de voz, vídeo e compartilhamento de documentos.
“O ambiente oferece sensações próximas à realidade. Um colega que esteja sentado à minha esquerda escutará o som da minha voz vindo da direita dele, o que aumentará a sensação de presença, o potencial de interação e, conseqüentemente, a colaboração”, disse o professor da Poli.
Apesar da distância, nesse caso é possível elaborar, por meio de vídeos de alta resolução, um documento escrito por todos os participantes da reunião. “Os participantes podem escrever um documento em conjunto e fazer, em outra interface, rascunhos ou desenhos para explicar o que cada um está querendo dizer, como se todos estivessem sentados em uma mesa de reunião presencial”, descreveu.
“Esse compartilhamento de dados e idéias em ambientes virtuais é conhecido como realidade aumentada. É a tecnologia aplicada para minimizar a barreira da distância”, explicou Ruggiero.
Agenda compartilhada
Do ponto de vista do ensino, no ambiente Ae o usuário pode manter um perfil pessoal, uma agenda compartilhada, delimitar e acompanhar o plano de estudos de uma disciplina ou o plano de atividades de um projeto, além de disponibilizar e compartilhar conteúdo didático e técnico.
Os professores e monitores de um determinado curso podem ainda disponibilizar exercícios no ambiente virtual, recebê-los e corrigi-los, sendo que as notas de cada aluno podem ser disponibilizadas para consulta em uma espécie de boletim virtual. “Além de elaborar uma aula a distância, o professor consegue registrar uma aula presencial salvando no ambiente suas apresentações didáticas e arquivos de áudio e vídeo”, disse Ruggiero.
Segundo ele, o Ae pode ser integrado com as plataformas administrativas das instituições brasileiras para garantir maior sincronismo com os sistemas acadêmicos de ensino e aprendizagem.
“O educador consegue puxar os dados de uma determinada turma e criar um ambiente de trabalho com todos os alunos matriculados na instituição, que automaticamente passam a ter acesso à nova disciplina no ambiente virtual”, afirmou.
Produtores e disseminadores do conhecimento
Ruggiero destaca que à medida que iniciativas tecnológicas como o ambiente Ae começam a diminuir as distâncias entre produtores e disseminadores do conhecimento, aumenta o potencial de colaborações eficientes entre os pares e o efeito de escala no processo de aprendizagem passa a ser cada vez maior.
“Em um país continental como o Brasil, essas plataformas deverão contribuir para a maior distribuição do conhecimento no país, de modo a ter também enorme repercussão social. Na atual sociedade da informação em que o conhecimento é algo que deve ser perseguido continuamente pela população, o número de aprendizes é muito maior e transcende o número de alunos na escola. E só a tecnológica conseguirá suprir as necessidades de aprendizado em larguíssima escala”, disse.
Ensino colaborativo
Outra novidade é que a plataforma Ae representa o Brasil na comunidade internacional de pesquisadores em aprendizagem eletrônica por ser membro do Global Learning Consortium, uma iniciativa do Sakai (www.proyectosakai.org), projeto que reúne cientistas de todo o mundo na área de ensino colaborativo.
“As ferramentas da plataforma Ae, desenvolvidas com código livre, estão em total sintonia com os padrões de interoperabilidade definidos internacionalmente para a área de aprendizado eletrônico, também podendo ser utilizadas em sistemas de outras partes do mundo”, disse Ruggiero.
Desenvolvimento colaborativo
Por outro lado, funcionalidades desenvolvidas por pesquisadores estrangeiros e que também seguem esses padrões podem ser adicionadas ao Ae, de modo a alavancar o esforço de desenvolvimento brasileiro em cima do esforço mundial, e vice-versa.
“Os códigos-fonte do Ae não foram criados para funcionar apenas em ambientes colaborativos específicos. Os padrões internacionais permitem a elaboração de uma conectividade combinada entre desenvolvedores de diferentes países”, disse o coordenador do Projeto Tidia Ae, que reúne mais de 20 laboratórios paulistas e 150 pesquisadores de universidades do Estado de São Paulo.
Download gratuito dos fontes
“Qualquer instituição do país que desejar implantar a plataforma pode baixar o código fonte do Ae, instalá-los em seus servidores e usar o ambiente para fins de ensino e pesquisa”, afirmou Ruggiero.
Para utilizar o sistema é preciso fazer o download em http://tidia-ae.usp.br/download e acessar os tutoriais no site http://tidia-ae.usp.br.
É possível conhecer suas funcionalidades assistindo a um vídeo em: http://tidia-ae.usp.br/video.
Sem comentários »Fonte: Inovação Tecnológica
Dando uma cara nova para o Windows XP
Roupagem nova para o velho XP
Lançado em meados de 2001 (pra ser exato em Outubro, dia 25), o Windows XP não chamou tanto a atenção no quesito interface mesmo tendo alguns elementos redesenhados.
Especialistas e usuários logo apontaram algumas semelhanças entre a interface anterior do Windows 98 com a nova. Essa comparação, por exemplo, não aconteceu em relação ao Windows Vista.
A nova versão do sistema operacional da Microsoft introduziu diversas novidades gráficas como o Aero (efeito translúcido nas bordas das janelas) e ícones mais detalhados.
Mas, alguns usuários, ainda insistem continuar com o Windows XP por diversos motivos. Um deles é que a interface pesada não roda em qualquer computadorzinho.
Longe de discordar dos argumentos dos usuários, o Superdownloads apresenta uma alternativa para você manter a estabilidade do Windows XP e adicionar toda a estrutura da interface do Vista: VistaMizer.

Com apenas 21mb, você poderá alterar a interface do Windows XP com incrível facilidade. O pacote permitirá que você escolha em qual ponto da interface alterar. As opções disponíveis variam do mínimo ao personalizado.
Dependendo do que você escolher, a interface do Windows XP ficará bem parecida com a do Windows Vista. Nas próximas linhas, você verá o passo-a-passo para alterar a cara do Windows XP para Vista. O primeiro ponto é criar um ponto de restauração do sistema.
Criando um ponto de restauração no sistema
Como o software Vista Mizer tem potencial para alterar alguns arquivos principais do sistema (vulgo detonar a máquina), o mais aconselhável é criar um ponto de restauração do sistema. A opção, nativa do Windows XP, permite que você crie um ponto para poder voltar sempre que alterar as configurações do sistema. Para fazer isso, siga os passos:
1. Clique no menu Iniciar;
2. Depois, procure na aba Acessórios a opção Ferramenta do Sistema;
3. Por fim, clique em Restauração do Sistema.
Ao acessar a ferramenta, você já poderá criar um ponto de restauração do sistema. Essa boa prática é recomendável sempre que você for instalar algo no seu computador.
Dessa forma, você terá certeza de que o computador voltará a configuração original independente da “barbeiragem” que o software ou o usuário fizer no sistema.
Instalando o VistaMizer no XP
Após fazer o download do aplicativo, é hora de instalar no sistema. Como ocorre na maioria dos softwares, basta clicar em Avançar para instalar o aplicativo corretamente. No caso do VistaMizer você só terá que escolher a opção recomendável para o seu computador. É muito simples:
1. Após baixar o arquivo, clique no executável para abrir a instalação e escolha o idioma Português do Brasil para iniciar a instalação com o Wizard em português;
2. Aceite o contrato de licença e, na próxima página, escolha a opção Normal Installation;
3. Apesar do software indicar a opção Restauração do Sistema (em inglês SysRestorePoint), desmarque essa opção e, no menu drop-down do tipo de instalação, escolha personalizado
4. Ainda na mesma tela, escolha todos os componentes que o software permite instalar (Files, Other, Apps e Links) e clique em instalar.
Pronto, após isso o software começará a instalar o aplicativo no seu computador. Depois de instalado, você já terá acesso a nova interface e poderá desfrutar das novidades da interface do Windows Vista no computador.
Apesar de não ter a pesquisa indexada como opção, o que particularmente acho uma pena, você poderá corrigir isso instalando o software Google Desktop. Assim, a interface ficará realmente completa.
Sem comentários »Fonte: SuperDownloads
Kaspersky e Avast acusam falso-positivo em páginas com link patrocinado do UOL
Como diriam os policiais em momento críticos: não entrem em pânico! O motivo para o pedido é simples: dois antivírus grandes, Kaspersky e Avast, reportarem que fora encontrado um vírus nas páginas do Superdownloads.
Na verdade é um falso-positivo. Segundo o programador Daniel Lafraia do site Vaga-Lume, os antivírus acusam o site de vírus porque o link patrocinado do UOL chama uma função em Javascript que não existe! E, esse problema, você encontrará em qualquer site parceiro do UOL que tenha o link patrocinado.
Em breve o problema será corrigido no site. Por enquanto, esperamos que todos tenham a paciência para esperar a correção e fiquem despreocupados com a possibilidade de serem infectados no Superdownloads.
Mesmo assim, recomendamos que você SEMPRE tenha algum antivírus instalado e atualizado na sua máquina. É melhor ter um antivírus que nem sempre acerta do que não ter nenhum instalado no seu PC.
Sem comentários »Fonte: SuperDownloads
Apostilas de WebDesign
Navegando pela internet achei algo interessante hospedado no RAPIDSHARE, uma verdadeira bíblia do WebDesigner.
Aconselho baixar e começar a lucrar com isso!
Apostila com 1100+ páginas sobre o Dreamweaver 8
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Video Aula - Configuração Dreamweaver 8
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FBI prende brasileiro em operação contra cibercrime
Um brasileiro e um holandês foram presos após uma operação policial conjunta entre a divisão de crimes de alta tecnologia da Holanda e o FBI contra a rede botnet Shadow.
Botnets são redes formadas por milhares de computadores-zumbis, infectados com malware e então utilizados para envio de spam ou disseminação de vírus. Os zumbis são controlados à distância, e simultaneamente, pelo cracker.
Acredita-se que a rede Shadow possua cerca de 100 mil computadores.
Além do jovem holandês de 19 anos, responsável por manter a rede, um brasileiro foi preso acusado de tentar comprar o uso da rede botnet.
A polícia agora conta com a ajuda da firma de segurança Kaspersky Labs, que está ajudando a derrubar cada um dos pontos infectados pela botnet, noticiou o site VNUNet.
Segundo o site Digital Trends, as vítimas da rede Shadow estão sendo contatadas pela polícia holandesa e direcionadas a uma página da Kaspersky com instruções para a localização e remoção do malware que permitia o controle remoto das máquinas. Quem suspeitar que esteja infectado deve procurar a polícia e registrar uma ocorrência.
Para o site ZDNet, entretanto, as instruções são insuficientes e é recomendado que todos os usuários afetados realizem um exame completo de antivírus para detectar e remover qualquer código perigoso adicional que seja encontrado.
O FBI trabalha em uma campanha contra o uso criminoso das botnets, e já prendeu um adolescente neozelandês que estava programando malware para uma rede botnet.
As instruções de seguranças podem ser vistas na página da Kasperski para o Shadow: kaspersky.com/shadowbot.
Sem comentários »Fonte: Magnet
Asfalto de estradas e ruas será usado para gerar energia solar
Pesquisadores descobriram uma forma eficiente de transformar o calor do asfalto de rodovias, ruas e estacionamentos em uma fonte barata e não-poluente de energia. O asfalto, que fica extremamente quente sob o Sol, é utilizado como um coletor térmico da energia solar para gerar eletricidade.
Eliminação das “ilhas de calor”
Além de usar os milhões de quilômetros quadrados de asfalto já disponíveis em rodovias e ruas, gerando eletricidade ou água quente, o projeto ainda beneficia o meio ambiente e a qualidade de vida nas cidades, capturando o calor do asfalto e minimizando um efeito conhecido pelos urbanistas como “ilhas de calor.”
Os pesquisadores do Instituto Politécnico Worcester, nos Estados Unidos, utilizaram testes em pequena e em larga escala, além de modelos computadorizados, para mensurar o potencial de captura do calor acumulado no asfalto e sua utilização para geração de energia.
Água quente e eletricidade
Os testes utilizaram termopares incorporados no asfalto, para medir a penetração do calor, e canos de cobre, para medir a eficiência com que o calor pode ser transferido para um fluxo de água. A água quente gerada pode ser utilizada diretamente em residências e indústrias, ou ser direcionada para um gerador termoelétrico para produzir eletricidade.
Outra vantagem verificada durante as pesquisas é que o asfalto retém o calor por várias horas depois que o Sol se pôs, transformando o sistema em uma opção mais eficiente do que as células solares fotovoltaicas.
Eficiência e custos
Testando várias composições de asfalto, os pesquisadores descobriram que a adição de agregados eficientes na condução de calor, como o quartzito, pode aumentar significativamente a absorção do calor do Sol pelas rodovias e ruas. Uma tinta especial também foi avaliada, reduzindo a reflexão da superfície do asfalto e fazendo com que ele absorva ainda mais calor.
Os pesquisadores estão agora passando para a etapa de avaliação dos custos de implantação do sistema. Para viabilizar economicamente o projeto, eles afirmam que será necessário substituir os tubos de cobre usados na pesquisa por um trocador de calor metálico projetado especificamente para essa tarefa, capaz de capturar a maior quantidade possível de calor do asfalto.
O trocador de calor será projetado de forma a poder ser incorporado nas rodovias e ruas já existentes durante o seu recapeamento, um processo de recuperação que normalmente ocorre a cada 10 anos de vida útil do asfalto.
Sem comentários »Fonte: Redação do Site Inovação Tecnológica
