blog.servimagem.net

Arquivo da categoria ‘Artigos’

O que é Tableless?


Receba nossas atualizações de notícias, artigos, tutoriais e vídeo aulas no seu email, cadastre-se abaixo e assine nossa NEWSLETTER:





Vocês acham mesmo que é uma boa hora para se perguntar o que é Tableless? Sites sem tabelas? Web Standards? Faltando 3 minutos para terminar o 2ª tempo, e você vem querer saber o que é Tableless?

Nossa que imaturidade, e você não sabem da melhor parte, essa pergunta, eu fiz para mim mesmo, nem eu mesmo sabia do assunto! E o pior de tudo era que eu fazia sites com marcação XHTML e Cascading Style Sheets (CSS) mais eu não fazia a mínima idéia do que era tableless, pode acreditar é a pura verdade.

Em curtas palavras eu digo que Tableless é uma tecnologia que deixa de lado as tabelas de HTML, para fazer implementação do layout com CSS, onde é possível separar a formatação e programação do sistema. Parabéns se você chegou até aqui! Agora você tem uma noção do que é tableless.

Conclusão? Que nada, estamos apenas começando, qualquer conclusão seria precipitada. Como estávamos falando de tableless nós não poderíamos dar o desprezo de esquecer que tableless, não é só poder separar a formatação e programação de um web site. XHTML+CSS = tableless em Conotação definimos: a Web Standards também que da origem aos Padrões WEB O uso de Web Standards facilita muito a aplicação de normas de acessibilidade principalmente do conteúdo, por isso, aprenda Web Standards e viva à vida. Bom pessoal é só isso mesmo, em questão eu espero que com esse pequeno texto, dê para vocês entender o que é realmente Tableless.
São pequenas palavras que formam um grande conteúdo!

Segundo o wikipédia: Tableless é uma forma de desenvolvimento de sites que não utiliza tabelas para disposição de conteúdo na página, pois defende que os códigos HTML deveriam ser usados para o propósito que foram criados, sendo que tabelas foram criadas para exibir dados tabulares. Para a disposição da página o recomendado seria usar CSS. O termo ganhou destaque no Brasil sendo pouco utilizado no resto do mundo.

Dentre as possíveis vantagens da metodologia, estão a diminuição do peso da página (na realidade, o conteúdo da página é mostrado mais rápido, o que não significa que o peso da página seja menor - isso, é claro, sempre dependendo de como o HTML é feito) e melhora da acessibilidade - podem ser vistos em dispositivos móveis sem necessidade de versão especial e por deficientes visuais, embora não sejam muitos os sites tableless que carregam atualmente esta segunda característica.

Sem comentários »

Nova leva de HDs criptografados para notebooks


Receba nossas atualizações de notícias, artigos, tutoriais e vídeo aulas no seu email, cadastre-se abaixo e assine nossa NEWSLETTER:





As fabricantes de disco rígido Seagate, Hitachi e Fujitsu anunciaram quase simultaneamente três soluções em discos rígidos para quem procura segurança dos dados e alta privacidade em seus laptops.

São três novas linhas de disco rígido de alta capacidade de armazenamento e que se auto-criptografam à medida que seus dados são gravados ou alterados, aumentando a proteção de informações confidenciais e dados importantes, conforme noticiou o site The Inquirer.

Segundo o site TechSpot, os anúncios vieram depois que a Dell anunciou que começaria a vender laptops empresariais com drives criptografados da Seagate.

A Seagate então anunciou discos com o mesmo recurso e 500 GB de capacidade, sob a série Momentus FDE-series. A nova linha traz criptografia AES de 256 bits e programas McAfee embutidos.

O Travelstar 5K500.B, da Hitachi, também possui 500 GB e consome apenas 1,4W de energia durante operação de gravação e leitura. Sua criptografia é Bulk Data Encryption (BDE) de 128 bits, que é criada a medida que os dados são gravados no disco.

Por fim, a opção da Fujitsu, o disco MJA2 CH de 500 GB, utiliza criptografia AES de 256 bit.

As três companhias afirmam que a criptografia não sobrecarrega o disco. Os dispositivos estarão disponíveis entre fim de 2008 e primeiro trimestre de 2009.

A Dell, entretanto, já vende notebooks com discos criptografados de menor capacidade, noticiou o site The Inquirer.

Sem comentários »

O que são Freeware e Shareware?


Receba nossas atualizações de notícias, artigos, tutoriais e vídeo aulas no seu email, cadastre-se abaixo e assine nossa NEWSLETTER:





Freeware

Software gratuito ou freeware é qualquer programa de computador cuja utilização não implica no pagamento de licenças de uso ou royalties. Apesar de ser chamado de free (do inglês livre), este software não é necessariamente software livre, pode não ter código aberto e pode acompanhar licenças restritivas, limitando o uso comercial, a redistribuição não autorizada, a modificação não autorizada ou outros tipos de restrições. O freeware diferencia-se do shareware em que o usuário deve pagar para acessar a funcionalidade completa ou tem um tempo limitado de uso gratuito.

História
O termo freeware foi introduzido por Andrew Fluegelman quando desejava vender um programa chamado PC-Talk que havia criado mas não queria usar métodos tradicionais de distribuição por causa do custo. Fluegelman, na realidade, distribuiu o PC-Talk sob uma licença agora chamada de shareware: o uso atual do termo não é necessariamente compatível com o conceito original.

Critérios de Definição
Um software é gratuito ou freeware quando possui suas funcionalidades completas por tempo ilimitado sem custo monetário. A licença pode restringir o tipo de uso, como uso para fins não lucrativos, não comerciais, uso acadêmico, entre outros. Dessa forma a licença pode ser “gratuito para uso não comercial”

Derivações
Após a disseminação das distribuições como shareware, outros tipos de distribuições com sufixo “-ware” surgiram, como adware, que denota softwares que possuem propagandas - que também podem ser shareware; ou outros como careware, solicitando que o usuário faça doações a alguma caridade, crippleware, software com recursos limitados e outras, como beerware, que requer que o usuário pague uma cerveja ao autor.

Shareware

Shareware é um programa de computador disponibilizado gratuitamente, porém com algum tipo de limitação. Sharewares geralmente possuem funcionalidades limitadas e/ou tempo de uso gratuito do software limitado, após o fim do qual o usuário é requisitado a pagar para acessar a funcionalidade completa ou poder continuar utilizando o programa. Um shareware está protegido por direitos autorais.
Esse tipo de distribuição tem como objetivo comum divulgar o software, como os usuários podem testá-lo antes da aquisição.

História
Em 1982, Andrew Fluegelman criou um programa chamado PC-Talk em que usou o termo freeware para descrevê-lo, ainda que essa distribuição pioneira assemelha-se ao modelo atual de distribuição de sharewares, diferente do freeware atual. Após um curto período de tempo, Bob Wallace produziu uma ferramenta de edição de texto chamada PC-Write e a chamou de shareware.

Durante os anos 80 e 90, com o advento das BBSs, programas shareware começaram a ser distribuídos amplamente por distribuidores que produziam catálogos de até milhares de programas shareware e sob domínio público. Esses distribuidores, como o Public Software Library, prestavam serviço a programadores que não tinham como atender a pedidos.

Com o surgimento e crescimento da Internet, a localização e o download de programas foi extremamente simplificado, o que aumentou o volume de downloads. Porém, surgiram meios muito eficientes de classificar e avaliar software através de sistemas de notas e comentários, como em blogs ou grandes sites: tornando-se fácil localizar o melhor produto para uma tarefa ou localizar produtos de nicho. Assim pequenos produtores e programadores foram desencorajados a criar projetos pequenos ou de menor qualidade.

Críticas
Quando o tempo limitado de uso gratuito acaba ou em situações normais de execução do programa, muitos sharewares exibem continuamente mensagens requerindo a aquisição do produto. Essas mensagens incômodas fazem dos sharewwares alvo de críticas. Além disso, a funcionalidade limitada de alguns sharewares causa frustrações a usuários. Sharewares também possuem uma alta taixa de abandono por parte dos desenvolvedores: uma amostragem demonstrou que 76% dos projetos listados não recebiam mais atualizaçõese os projetos ativos tiveram apenas cerca de 0.5% dos downloads convertidos em aquisições. Os desenvolvedores também enfrentam a pirataria e destravamento de software.

Fonte: Wikipédia

Sem comentários »

Um conto de suspense nerd - O Ditador 2.0


Receba nossas atualizações de notícias, artigos, tutoriais e vídeo aulas no seu email, cadastre-se abaixo e assine nossa NEWSLETTER:





Em 2010, um ano após a grande disseminação do G1 e do Android, que se tornara o padrão em sistema operacional para celulares e demais tecnologias móveis, ele era uma criança como outra qualquer. Assim como seus coleguinhas, ganhou seu primeiro celular recheado de recursos, com tela sensível ao toque e Street View, o que permitia que sua mãe monitorasse todo o trajeto que ele fazia quando saia de casa. Foi esse recurso que o deixou intrigado e curioso, queria saber como funcionava. Descobriu que o carro do pai também tinha o mesmo recurso e um dia perguntou:
- E se eu não quiser que saibam onde estou?

O pai riu, olhou para a mãe e brincou – E eu posso saber por que um garotinho desse tamanho se preocupa em andar por aí sem que os pais saibam onde ele está? É só para sua segurança, filho… – o garoto começou a olhar desconfiado para o seu celular. Se ele saia da escola e parava na pracinha para brincar, logo sua mãe ligava. Se ia tomar um sorvete, idem. Uma noite o pai e a mãe discutiam pelo mesmo motivo; ela cobrava dele explicações sobre um desvio do seu caminho normal e que ela havia notado pelo computador que o carro do pai ficara parado por muito tempo numa rua que não era usual.

Novamente ele olhou para o celular, uma caixinha brilhante que já o conhecia bem, pois ao ligar, o sistema lhe cumprimentava com cordialidade e perguntava se queria jogar xadrez com ele, ou com Marco, seu melhor amigo. Quando parava na sorveteria, o celularzinho vibrava e avisava que o sundae de amora, seu preferido, estava em promoção! O que ele queria mesmo era saber como aquele aparelho podia fazer tudo isso! E essa idéia acabou virando uma fixação…

Os anos passaram, ele se formou em Engenharia de TI e seu TCC foi exatamente sobre o Android, que então se tornara um padrão mundial utilizado pelos governos para monitorar de veículos oficiais a funcionários públicos. A maioria dos países adotara o uso de implantes baseados na tecnologia Google, que investira bilhões no desenvolvimento de um nano-chip que era colocado sob o couro cabeludo e incorporava-se ao crânio. Através dele as pessoas podiam fazer mil coisas, desde controlar aparelhos, sistemas de reconhecimento, compras com débito instantâneo em conta corrente… Os computadores reconheciam os usuários por aproximação e era comum você entrar em uma loja e um sensor cumprimentá-lo e ofertar itens das seções que você mais visitava. O trabalho de Conclusão de Curso acabou chamando atenção e ele recebeu um convite para trabalhar lá, no Google. A matriz ficou impressionada com o conhecimento que ele demonstrava sobre o sistema e a cada dia que passava ele descobria mais, e ficava mais comentado nos corredores do Google. Depois fora da empresa, e depois mundialmente, ao participar em um web-seminário sobre a evolução do Android, transmitido diretamente da ONU! Virou celebridade, todo mundo ouvira falar sobre o jovem que conhecia cada detalhe do imenso e complexo sistema que o Android se tornara, e que acabou sendo o idealizador de diversas melhorias hoje impensáveis!

Nessa época, os implantes Google eram inseridos nos bebês logo que nasciam. Desaparecimentos, trocas de bebês e atrocidades envolvendo crianças foram simplesmente varridas da história. Pedofilia virou lenda urbana, um dos símbolos da barbárie do passado. Todas as atividades humanas que envolvessem identificação e rastreamento do indivíduo eram realizadas com a rapidez do onipresente Google, a polícia contava às vezes em milissegundos o tempo de localização de um criminoso. Realmente, a Terra virou um lugar bom para se viver… Haviam exceções, claro! Alguns rebeldes nos países de terceiro mundo se recusavam a usar a tecnologia, mas ficavam limitados a uma espécie de pré-história tecnológica. Não tinham acesso à internet, crédito, escolas de qualidade, emprego… Viviam da boa-vontade dos governos populistas, que os mantinham em reservas naturais, onde podiam manter-se longe do desenvolvimento do mundo real. Quando um ou outro escapavam e entravam nas áreas urbanas, o sistema alertava da presença de indivíduos sem identificação e da queda do nível de segurança que isso representava. Rapidamente eram capturados e segregados. Mas não pensem que isso era uma crueldade! Eles optaram por viver assim e o governo não era inflexível! Quando capturados, recebiam antes da deportação para as áreas de sombra (as reservas, onde o sistema não operava) uma opção de se integrarem. Caso aceitassem, iam para centros de treinamento, recebiam seus implantes e tinham a chance de viver na sociedade civilizada. Para muitos deles esse processo funcionava muito bem, tanto que os rebeldes diminuíam a cada ano!

Com o tempo seu nome se tornou sinônimo de Google. E de sucesso! Ele chegou ao posto máximo dentro da companhia, com 38 anos era o presidente mundial dela. Quando o governo decidiu que precisava ter maior autonomia sobre criminosos internacionais ele foi procurado em sigilo e ouviu impassível a proposta dos emissários. Perguntaram quanto tempo era preciso para que uma tecnologia com determinadas capacidades digamos, mais invasivas, fosse desenvolvida para permitir certo nível de tomada de decisão sobre as ações dessas pessoas.

- O que eu ganho em troca? – disse. Os homens se entreolharam, mostraram para ele uma maleta e ele se pôs a gargalhar. – Dinheiro!? Senhores, dinheiro eu tenho de sobra! Olhem em volta de vocês… Chega a ser ingenuidade proporem isso… – chegou a lacrimejar de tanto rir. Os homens, embaraçados com a situação, fecharam a maleta e saíram da sua sala. Após fecharem a porta, seu semblante mudou. Ficou sério e foi até sua mesa, O computador reconheceu imediatamente a mudança em sua pulsação e antes mesmo que ele desse o comando, abriu uma janela privativa do Chrome. Pediu ao sistema a identidade dos dois visitantes que estiveram em sua sala e digitou rapidamente sobre a superfície polida da mesa alguns comandos nunca antes usados. Tinha chegado a hora!

Imediatamente, aqueles dois sentiram a mudança. Pararam o carro sobre a ponte e abriram a maleta, despejando todo o dinheiro que levavam. A confusão chamou a atenção da imprensa, claro! Eles juraram em rede mundial que fizeram aquilo por livre vontade e declararam que o dinheiro era de origem ilícita, fornecido pelo governo para uma operação de interesse do estado e que por isso decidiram devolvê-lo ao povo. Em segundos a mídia internacional mostrava o escândalo em rede mundial. Os nomes dos protagonistas galgaram o ranking das buscas na internet e até o final do dia ocupavam o primeiro lugar em todas as listas. Como não revelaram qual era a tal operação, os especuladores se agitavam nas discussões sobre o assunto.

Ele assistia tudo isso de sua mesa, numa ampla sala com vista para o por do sol… A janela negra do navegador esperava silenciosa, no canto da tela. Mais uns poucos comandos na superfície sensível da mesa e uma lista dos dirigentes mundiais, sua localização atual, seu poder de influência, dados sobre o perfil de cada um, tudo. Tudo desfilava na janela negra.

No dia seguinte a ONU estava em polvorosa. Durante a noite convocou todos os países membros e uma infinidade de jatinhos atravessou os céus como pássaros migratórios, todos com destino à sede da Organização. Em uma tranqüila seção chegaram à unânime decisão de que o presidente do Google, que tanto bem e tanta evolução trouxe à humanidade, era a pessoa perfeita para assumir o cargo de Presidente Vitalício da Terra.

Autor: Ronaldo Costa Rodrigues

Sem comentários »

Fechamento de empresa americana reduz spam em 70%


Receba nossas atualizações de notícias, artigos, tutoriais e vídeo aulas no seu email, cadastre-se abaixo e assine nossa NEWSLETTER:





O fechamento de uma companhia de serviço de hospedagem de sites na internet que teria gangues de spam como clientes levou a uma redução drástica no envio deste tipo de e-mail, segundo uma empresa de segurança online.

Duas empresas americanas provedoras de internet bloquearam a companhia McColo depois de uma investigação do jornal Washington Post.

O jornal vinha levantando informações a respeito da McColo nos últimos quatro meses e passou estes dados para as companhias Global Crossing e Hurricane Electric. Na terça-feira, as duas companhias decidiram desligar a McColo de seus serviços.
Desde então, os níveis de spam caíram 70%, segundo a companhia de segurança online Ironport.

A McColo estaria hospedando gangues de botnets - redes formadas por diversos computadores com um programa chamado bot (ou “zumbi”), projetado para procurar informações pela internet como detalhes de contas bancárias e cartões de crédito, com pouca intervenção humana, e para enviar spam.

Segundo a empresa britânica MessageLabs, que trabalha com sistemas de segurança online, as botnets são responsáveis por mais de 90% dos spams enviados no mundo.

Mas, de acordo com a Ironport, a queda no nível de envio de spam deve ser temporária.

“É uma queda sem precedentes, mas será um período de inatividade temporário, já que as redes se movem da América do Norte para locais onde existe menos vigilância”, disse Jason Steer, porta-voz da Ironport.
Steer afirma que as companhias de tecnologia estão lutando contra o problema do alto número de spam.

“As companhias de internet americanas estão sendo muito mais vigiadas. As autoridades e a comunidade da internet acordaram para o problema”, afirmou.
Mas, para Steer, os criminosos poderão passar a tomar mais cuidado com o que fazem, mas não irão parar.

“Os níveis de spam voltarão ao normal com a aproximação do feriado de Ação de Graças e do Natal”, disse.
Um estudo recente de cientistas do setor de informática das Universidades de Berkeley e San Diego, ambas no Estado americano da Califórnia, descobriu que as pessoas que mandam spams conseguem obter lucros, mesmo com um índice de resposta de um para cada 12,5 milhões de e-mails enviados.

Sem comentários »

Software livre promove integração cultutal


Receba nossas atualizações de notícias, artigos, tutoriais e vídeo aulas no seu email, cadastre-se abaixo e assine nossa NEWSLETTER:





Criador do mais popular sistema de blogs open source, o Wordpress (Sistema do Blog ServImagem.net), Matt Mullenweg considera o software livre uma importante ferramenta para a integração cultural dos povos. “Os programas de código aberto promovem a difusão cultural e do conhecimento através de suas facilidades tecnológicas. Incentivam ainda a socialização das informações como nunca antes visto”, disse.

O cientista esteve na V Conferência Latino-Americana de Software Livre (Latinoware), no Parque Tecnológico Itaipu, em Foz do Iguaçu (PR). A Latinoware é uma iniciativa da Itaipu Binacional em conjunto com Fundação PTI, Companhia de Informática do Paraná (Celepar) e Serviço Nacional de Processamento de Dados (Serpro).

Para Mullenweg, os blogs também podem contribuir significativamente para o diálogo público sobre discussões sociais. Nesse aspecto, ele citou o jornalismo cidadão, nascido a partir de diários personalizados, que considera espaços apropriados para debates virtuais entre pessoas de qualquer nacionalidade.

“Existem hoje milhões de usuários dos blogs que pautam, muitas vezes, a agenda pública. Podemos citar mesmo grandes veículos de imprensa que aderiram à onda dos blogs, como o New York Times, nos EUA, ou a BBC de Londres”, destaca.

Sem comentários »

Próxima Página »