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Comandos Linux
Bom Dia Leitores, hoje vou explicar alguns comandos que podem ser utilizados por vocês na distribuição Linux.
Comandos são ordens que passamos ao sistema operacional para executar uma determinada tarefa.
Cada comando tem uma função específica, devemos saber a função de cada comando e escolher o mais adequado para fazer o que desejamos, por exemplo:
• ls - Mostra arquivos de diretórios
• cd - Para mudar de diretório
É sempre usado um espaço depois do comando para separá-lo de uma opção ou parâmetro que será passado para o processamento. Um comando pode receber opções e parâmetros: opções são usadas para controlar como o comando será executado, por exemplo, para fazer uma listagem mostrando o dono, grupo, tamanho dos arquivos você deve digitar ls -l. Opções podem ser passadas ao comando através de um “-” ou “–”:
- Opção identificada por uma letra. Podem ser usadas mais de uma opção com um único hífen. O comando ls -l -a é a mesma coisa de ls –la.
– Opção identificada por um nome. Também chamado de opção extensa. O comando ls –all é equivalente a ls -a.
Pode ser usado tanto “-” como “–”, mas há casos em que somente “-” ou “–” esta disponível.
Parâmetros: Um parâmetro identifica o caminho, origem, destino, entrada padrão ou saída padrão que será passada ao comando. Se você digitar: ls usr/share/doc/copyright, /usr/share/doc/copyright será o parâmetro passado ao comando ls, neste caso queremos que ele liste os arquivos do diretório /usr/share/doc/copyright. É normal errar o nome de comandos, mas não se preocupe, quando isto acontecer o sistema mostrará a mensagem command not found (comando não encontrado) e voltará ao aviso de comando. As mensagens de erro não fazem nenhum mal ao seu sistema, somente dizem que algo deu errado para que você possa corrigir e entender o que aconteceu. No GNU/Linux, você tem a possibilidade de criar comandos personalizados usando outros comandos mais simples (vamos aprender isto em uma próxima coluna). Os comandos se encaixam em duas categorias.
Comandos Internos e Comandos Externos
Por exemplo: “ls -la /usr/share/doc”, ls é o comando, -la é a opção passada ao comando, e /usr/share/doc é o diretório passado como parâmetro ao comando ls.
Sem comentários »Fonte: Oficina da Net
Estrutura de diretórios do linux
Neste artigo espero que todos vejam e aprendam a estrutura básica de diretórios do Linux.
Abaixo será listada à estrutura básica de diretórios organizados segundo o FHS (Filesystem Hierarchy Standard):
/bin
Contém arquivos programas do sistema que são usados com freqüência pelos usuários.
/boot
Contém arquivos necessários para a inicialização do sistema.
/cdrom
Ponto de montagem da unidade de CD-ROM.
/media
Ponto de montagem de dispositivos diversos do sistema (rede, pen-drives, CD-ROM em distribuições mais novas).
/dev
Contém arquivos usados para acessar dispositivos (periféricos) existentes no computador.
/etc
Arquivos de configuração de seu computador local.
/floppy
Ponto de montagem de unidade de disquetes.
/home
Diretórios contendo os arquivos dos usuários.
/lib
Bibliotecas compartilhadas pelos programas do sistema e módulos do kernel.
/lost+found
Local para a gravação de arquivos/diretórios recuperados pelo utilitário fsck.ext2. Cada partição possui seu próprio diretório lost+found.
/mnt
Ponto de montagem temporário.
/proc
Sistema de arquivos do kernel. Este diretório não existe em seu disco rígido, ele é colocado lá pelo kernel e usado por diversos programas que fazem sua leitura, verificam configurações do sistema ou modificar o funcionamento de dispositivos do sistema através da alteração em seus arquivos.
/root
Diretório do usuário root.
/sbin
Diretório de programas usados pelo superusuário (root) para administração e controle do funcionamento do sistema.
/tmp
Diretório para armazenamento de arquivos temporários criados por programas.
/usr
Contém maior parte de seus programas. Normalmente acessível somente como leitura.
/var
Contém maior parte dos arquivos que são gravados com freqüência pelos programas do sistema, e-mails, spool de impressora, cache, etc.
A Evolução do Sistema Operacional
Acompanhe neste dois vídeo a evolução dos sistema operacionais até o tempo atual.
Evolução do Sisema Operacional - Parte 02
Conheça um pouco do Sistema Linux
Para quem um dia duvidou do sistema operacional Linux, assista esta propaganda e logo após aconselho usar o sistema para ter idéia da revolução que os OSs estão proporcionando.
Agora abaixo axompanhe algumas rápidas semelhanças e diferenças entre o Windows Vista e o Linux Ubuntu:
Sistema operacional Linux completa 17 anos de vida

O sistema operacional Linux completou ontem 17 anos de vida. O Inicio desta história se deu no dia 5 de Outubro de 1991 quando Linus Torvalds anunciou a sua primeira versão oficial do sistema. E com tanto pouco tempo de vida hoje os sistemas baseados em Linux são os que mais assustam as grandes produtoras de Software..
Parabéns ao Linux, ao Linus ao Tux e principalmente a toda galera que faz parte desta comunidade que cresce cada vez mais e se dispõe a ajudar o próximo apenas pela propagação do conhecimento.
Sem comentários »Instalando Apache, PHP5, MySQL5, ADODB no Debian Etch
Instalando Apache2 no Debian:
Debian 4.0 : # apt-get -y install apache2
Instalando Apache2 + PHP5:
Debian 4.0 : # apt-get -y install libapache2-mod-php5 php5-cli php5-common php5-cgi
Iniciando Apache:
Debian 4.0 : # /etc/init.d/apache2 start
Parando Apache:
Debian 4.0 : # /etc/init.d/apache2 stop
Reiniciando Apache:
Debian 4.0 : # /etc/init.d/apache2 restart
Habilitando Módulos no Apache2:
Debian 4.0 : # a2enmod
Which module would you like to enable?
Your choices are: actions alias asis auth_basic auth_digest authn_alias authn_anon authn_dbd authn_dbm authn_default authn_file authnz_ldap authz_dbm authz_default authz_groupfile authz_host authz_owner authz_user autoindex cache cern_meta cgid cgi charset_lite dav_fs dav dav_lock dbd deflate dir disk_cache dump_io env expires ext_filter file_cache filter headers ident imagemap include info ldap log_forensic mem_cache mime mime_magic negotiation php5 proxy_ajp proxy_balancer proxy_connect proxy_ftp proxy_http proxy rewrite setenvif speling ssl status suexec unique_id userdir usertrack version vhost_alias
Module name?
** Após habilitar algum módulo é necessário reiniciar o apache **
Desabilitando Módulos no Apache2:
Debian 4.0 : # a2dismod
Which module would you like to disable?
Your choices are: alias auth_basic authn_file authz_default authz_groupfile authz_host authz_user autoindex cgi dir env mime negotiation php5 setenvif status
Module name?
** Após desabilitar algum módulo é necessário reiniciar o apache **
Instalando MySQL5:
Debian 4.0 : # apt-get -y install mysql-common mysql-server mysql-server-5.0
Definindo senha de root para o MySQL:
Debian 4.0 : # mysqladmin -u root -p password ‘definir_senha_para_root’
Criando Banco de dados:
Debian 4.0 : # mysqladmin -p create nome_do_banco_de_dados
Enter password:
Definindo novo usuário e garantindo permissões:
mysql -u root -p
Enter Password: *****
mysql> create user ‘NovoUsuario’@localhost identified by ‘Password’;
mysql> GRANT ALL PRIVILEGES ON nome_do_banco_de_dados . * TO NovoUsuario@’localhost’;
mysql> FLUSH PRIVILEGES;
mysql> quit
Instalando Adodb:
Debian 4.0 : # apt-get -y install libphp-adodb
Reiniciando Apache para que todas as mudanças entrem em vigor:
Debian 4.0 : # /etc/init.d/apache2 restart
Testando php:
Debian 4.0 : # echo “” >> /var/www/teste.php
agora é só escolher o seu navegador e abrir http://localhost/teste.php ou ip_do_seu_servidor/teste.php
Sem comentários »Fonte: /limitado
